Trate cada entrada como uma fonte diferente

Registre salário, trabalho autônomo, comissões, vendas e rendimentos separadamente. Isso permite descobrir quais fontes são estáveis, quais oscilam e quais dependem de esforço ou custo adicional.

Planeje com a parte previsível

Use a renda recorrente para cobrir compromissos fixos. Se sua renda é totalmente variável, calcule uma base conservadora usando os meses de menor faturamento recente, descontando custos necessários para gerar essa receita.

Evite antecipar rendaNão comprometa hoje um serviço que ainda não foi pago. Registre como previsto e considere disponível somente depois do recebimento.

Dê uma função para a renda extra

Sem um destino, a renda extra tende a desaparecer em pequenas despesas. Uma divisão possível é priorizar pendências, reforçar a reserva e separar uma parte para objetivos. A proporção deve respeitar sua realidade.

  1. Atualize contas atrasadas ou próximas do vencimento.
  2. Reforce uma reserva para meses mais fracos.
  3. Direcione o restante a uma meta específica.

Separe dinheiro pessoal e profissional

Autônomos e pequenos prestadores devem manter uma carteira para movimentações do trabalho. Isso facilita enxergar faturamento, custos e o valor que realmente pode ser transferido para uso pessoal.

Revise a média a cada três meses

A renda variável muda. Recalcule sua média trimestral, compare com despesas fixas e ajuste metas. O Biep permite acompanhar fontes e carteiras separadas para que essa revisão não dependa de memória.

Perguntas frequentes

Renda extra deve pagar contas fixas?

Preferencialmente, contas fixas devem caber na renda mais previsível. Use renda extra com cautela quando ela não é garantida.

Como calcular uma renda média?

Some as entradas líquidas dos últimos três a seis meses e divida pelo número de meses, observando também o menor valor do período.

Preciso abrir outra conta bancária?

Não é obrigatório, mas separar carteiras ou contas pode facilitar a distinção entre dinheiro pessoal, profissional e metas.